quarta-feira, 19 de dezembro de 2007
O importante é ser você!
quinta-feira, 6 de dezembro de 2007
sexta-feira, 23 de novembro de 2007
Capacidade da internet deve saturar em 2010, diz estudo
Segundo Nemertes, os usuários terão que contar com cortes no serviço da internet daqui a 2010 se não for elevado drasticamente o investimento. A situação será especialmente preocupante na América do Norte, acrescentou o estudo.

Os provedores deveriam investir entre US$ 42 bilhões (R$ 74,7 bilhões) e US$ 55 bilhões (R$ 97,8 bilhões) --cerca de 65% mais do que estimam os planos atuais-- para elevar sua capacidade.
O principal problema é que a infra-estrutura atual não pode cobrir a crescente demanda de conexão à internet de banda larga, afirmaram os consultores.
Nemertes reconheceu que este estudo é só "a melhor aproximação possível" da situação real, pois a internet é "quase opaca à investigação".
Segundo ele, isso ocorre porque os provedores comerciais não querem divulgar informações que pudessem chegar à concorrência ou colocar em perigo a privacidade dos usuários.
segunda-feira, 19 de novembro de 2007
Cria

Musica: Cria - Maria Rita - Serginho Meriti / Cesar Belieny
terça-feira, 13 de novembro de 2007
sexta-feira, 9 de novembro de 2007
"Rir é uma obrigação" Jô Soares
Prestes a completar cinqüenta anos de carreira, Jô Soares diz que o humor exorciza tragédias e é imbatível como maneira de demonstrar indignaçãoVeja – Mas ainda dá para rir desse clima de corrupção e imoralidade?
Veja – Vamos por partes. O Brasil de hoje ainda tem graça?
Entrevista: Jô Soares
por Isabela Boscov
foto de Otavio Dias de Oliveira
VEJA Edição 2033 - 7 de novembro de 2007
Bem humorado, simpático e com um toque de chatice, Jô Soares a meu ver é o melhor e mais completo entrevistador da Televisão Brasileira.
Vale a pena ler as paginas amarela da Veja de 7/11, na qual ele fala sobre humor, seus personagens e a situação patética da política brasileira.
quinta-feira, 1 de novembro de 2007
Adeus Washoe
Da EfeEm
quarta-feira, 31 de outubro de 2007
Happy Halloween

O Halloween pode ter surgido de duas maneiras:No dia 1º de novembro é comemorado o Dia de Todos os Santos (Hallow's Day, em inglês). Antigamente, as pessoas acreditavam que, para bagunçar essa festa religiosa, apareciam fantasmas na véspera, dia 31 de outubro, e assustavam todo mundo. Para os celtas, antigo povo do norte da Europa, o ano novo começava no dia 1º de novembro, com um festival que indicava o fim da "estação do Sol" e o início da "estação fria e escura". Assim, o último dia do ano (31 de outubro) era marcado por crendices em bruxas e assombrações. Com o passar dos anos, as pessoas pararam de acreditar nas bruxas e nos fantasmas. Então o Halloween passou a fazer parte do folclore e a ser comemorado de forma alegre e divertida. Quando os irlandeses, os ingleses e os escoceses foram para a América do Norte, por volta de 1800, levaram a tradição do Halloween, que conquistou principalmente as crianças americanas e, depois, as do mundo inteiro.
A fórmula Trick or Treat também se originou da Irlanda, onde as crianças iam de casa em casa pedindo provisões para as comemorações do Halloween, em nome da deusa irlandesa Muck Olla. As crianças inglesas continuaram esta tradição, vestidas com roupas extravagantes, pedindo doces e balas.
Hoje em dia, principalmente nos EUA, o Halloween é lembrado com muitas festas e alegria. Nessas festas, as pessoas usam máscaras e se vestem como fantasmas, bruxas, Conde Drácula, Frankstein, ou da maneira que achar mais engraçado ou horripilante. As crianças saem às ruas fantasiadas, batendo de porta em porta, pedindo doces e dizendo: "Trick or Treat". Quem não as atende pode ter uma desagradável surpresa, pois elas podem lhe pregar alguma peça.

Fonte: Recreio (abril) e site: Jesusvoltara
quarta-feira, 24 de outubro de 2007
Ouça
Porque eu tenho um emprego
Sou um dito cidadão respeitável
E ganho quatro mil cruzeiros por mês
Por ter tido sucesso na vida como artista
Eu devia estar feliz
Porque consegui comprar um Corcel 73
Por morar em Ipanema
Depois de ter passado fome por dois anos
Aqui na Cidade Maravilhosa
Por ter finalmente vencido na vida
Mas eu acho isso uma grande piada
E um tanto quanto perigosa
Por ter conseguido tudo o que eu quis
Mas confesso abestalhado
Que eu estou decepcionado
E agora eu me pergunto: E daí?
Eu tenho uma porção de coisas grandes
Pra conquistar, e eu não posso ficar aí parado
Ter me concedido o domingo
Pra ir com a família ao Jardim Zoológico
Dar pipoca aos macacos
Que não acha nada engraçado
Macaco praia, carro, jornal, tobogã
Eu acho tudo isso um saco
Se sentir um grandessíssimo idiota
Saber que é humano, ridículo, limitado
Que só usa dez por cento de sua
Cabeça animal
E você ainda acredita que é um doutor, padre ou
policial
Que está constribuindo com sua parte
Para nosso belo quadro social
No trono de um apartamento
Com a boca escancarda cheia de dentes
Esperando a morte chegar
quintais
No cume calmo do meu olho que vê
Assenta a sombra sonora de um disco voador

terça-feira, 23 de outubro de 2007
A Era da Liberdade
Vivemos a era da liberdade de expressão de um modo geral. O problema é a que preço chegamos e manteremos essa liberdade e o que é feito, para não torná-la uma libertinagem, um libelo da irresponsabilidade e do descompromisso com o que é puro e verdadeiro.
"Que é liberdade, quando na verdade, estamos presos a tantas convenções, leis e normas? Somo escravos de nós mesmos, de nossos medos e angústias. Quem pode dizer que é realmente livre, nessa eterna prisão que é a vida?"
Liberdade - essa palavra,
Que o sonho humano alimenta;
que não há ninguém que explique;
e ninguém que não entenda!
Cecília Meireles - Romanceiro da Inconfidência
quarta-feira, 10 de outubro de 2007
VODKA NA VEIA
Médicos australianos salvam paciente com vodca
segunda-feira, 8 de outubro de 2007
Macacos...
sexta-feira, 28 de setembro de 2007
Recordando ROSA PARKS - “Basta! Já chega"
Rosa Parks, símbolo da luta anti-racista nos EUA, a costureira negra que, em 1955, se recusou a obedecer a lei de apartheid racial no Alabama, marcando o início da luta pelos direitos civis dos negros nos Estados Unidos, morreu aos 92 anos. O advogado de Rosa afirmou que ela morreu dormindo em sua casa, na cidade de Detroit, estado do Michigan. Rosa se recusou a ceder seu banco em um ônibus a um homem branco, o que levou a um boicote em massa dos negros ao transporte público do estado. O protesto levou ao fim da segregação nos transportes públicos e culminou em 1964, com a Lei dos Direitos Civis, que transformou a segregação racial em um ato fora da lei nos Estados Unidos.
Jr. Anos mais tarde, Luther King ganharia o Prêmio Nobel da Paz graças à sua luta pelos direitos civis nos Estados Unidos. Em 1957, depois de ter perdido o emprego e recebido ameaças de morte, Rosa e seu marido, Raymond, se mudaram para Detroit, onde ela trabalhou como assistente no escritório de um congressista democrata. "Ela era muito humilde, falava baixinho. Mas por dentro ela tinha uma determinação que era feroz", disse o político John Conyers. "Ela tinha qualidades de uma santa", acrescentou Conyers, para quem Rosa trabalhou como recepcionista de 1965 a 1988. "A verdadeira razão de eu não ter cedido meu banco no ônibus foi porque senti que tinha o direito de ser tratada como qualquer outro passageiro. Aguentamos aquele tipo de tratamento por muito tempo", disse Rosa em 1992 a respeito de seu ato em 1955. Em viagem à África do Sul, o reverendo Jesse Jackson, um dos principais defensores dos direitos civis nos
Estados Unidos, enalteceu Rosa, lembrando que seu ato aparentemente simples forçou os negros americanos a "se levantarem" pelos seus direitos. "Ela forçou o resto de nós a nos levantarmos. Foi um esforço consciente de uma lutadora pela liberdade", disse Jackson, durante entrevista coletiva em Johannesburgo. Ele se referiu a Rosa como uma "mulher de grande coragem, que conscientemente arriscou sua vida e enfrentou a prisão para romper com o sistema do apartheid". "Rosa Parks era verdadeiramente a mãe do movimento moderno pelos direitos civis", disse Julian Bond, dirigente da maior organização de defesa dos direitos dos negros, a NAACP, da qual ela era membro desde que aquele dia em que desobedeceu a lei de apartheid americana. No entanto, foram precisos 41 anos para que o governo americano reconhecesse o ato de Rosa e a premiasse com a "Medalha Presidencial pela Liberdade", em 1996. Em 1999 o Congresso americano outorgou a ela a Medalha de Ouro, a mais alta honraria civil. terça-feira, 11 de setembro de 2007
11 de Setembro, 6 anos depois...
Os atentados de 11 de setembro foram uma série de ataques contra alvos civis nos Estados Unidos em 11 de Setembro de 2001. Na manhã deste dia, quatro aviões comerciais foram seqüestrados, sendo que dois deles colidiram contra as torres do World Trade Center em Manhattan, Nova York. Um terceiro avião, o American Airlines Flight 77, foi direcionado pelos seqüestradores para uma colisão contra o Pentágono no Condado de Arlington, Virgínia. Os destroços do quarto avião, United Airlines Flight 93, foram encontrados espalhados num campo próximo de Shanksville, Pensilvânia. A versão oficial apresentada pelo governo norte-americano reporta que os passageiros enfrentaram os supostos seqüestradores e que, durante este ataque, o avião caiu. Os atentados causaram a morte de 3234 pessoas e o desaparecimento de 24.
Na Índia, moradores de Orissa fazem escultura de areia como homenagem
Crianças na cidade indiana de Siliguri acendem velas pelas vítimas do terror Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Ataques_de_11_de_Setembro_de_2001
Imagens: http://noticias.uol.com.br/ultnot/album/070911onze_album.jhtm?abrefoto=20
Pra Você
Quando Ismália enlouqueceu,Pôs-se na torre a sonhar...
Viu uma lua no céu,
Viu outra lua no mar.
No sonho em que se perdeu,
Banhou-se toda em luar...
Queria subir ao céu,
Queria descer ao mar...
E, no desvario seu,
Na torre pôs-se a cantar...
Estava perto do céu,
Estava longe do mar...
E como um anjo pendeu
As asas para voar...
Queria a lua do céu,
Queria a lua do mar...
As asas que Deus lhe deu
Ruflaram de par em par...
Sua alma subiu ao céu,
Seu corpo desceu ao mar...
sexta-feira, 7 de setembro de 2007
Independência ou Morte
Ouviram do Ipiranga as margens plácidas De um povo heróico o brado retumbante,E o sol da liberdade, em raios fúlgidos,
Brilhou no céu da pátria nesse instante.
Se o penhor dessa igualdade
Conseguimos conquistar com braço forte,
Em teu seio, ó liberdade,
Desafia o nosso peito a própria morte!
Ó pátria amada,
Idolatrada,
Salve! Salve!
De amor e de esperança à terra desce,
Se em teu formoso céu, risonho e límpido,
A imagem do cruzeiro resplandece.
Gigante pela própria natureza,
És belo, és forte, impávido colosso,
E o teu futuro espelha essa grandeza.
Terra adorada,Entre outras mil,
És tu, brasil,
Ó pátria amada!
Dos filhos deste solo és mãe gentil,
Pátria amada,
Brasil!
Deitado eternamente em berço esplêndido,
Ao som do mar e à luz do céu profundo,
Fulguras, ó Brasil, florão da América,
Iluminado ao sol do novo mundo!
Do que a terra mais garrida
Teus risonhos, lindos campos têm mais flores;
"Nossos bosques têm mais vida",
"Nossa vida" no teu seio "mais amores".
Ó pátria amada,
Idolatrada,
Salve! Salve!
Brasil, de amor eterno seja símbolo
O lábaro que ostentas estrelado,
E diga o verde-louro dessa flâmula
-Paz no futuro e glória no passado.
Mas, se ergues da justiça a clava forte,
Verás que um filho teu não foge à luta,
Nem teme, quem te adora, a própria morte.
Terra adorada
Entre outras mil,
És tu, Brasil,
Ó pátria amada!
Dos filhos deste solo és mãe gentil,
Pátria amada,
Brasil!
Poema:
Joaquim Osório Duque Estrada
Música:
Francisco Manoel da Silva

quinta-feira, 6 de setembro de 2007
O Brasil ainda é um país de Futuro?
Gostaria imensamente de ter minha dor amenizada por uma manchete que estampasse, em letras garrafais, "GOVERNO ASSASSINA MAIS DE 200 PESSOAS". O assassino não é só aquele que enfia a faca, mas o que, sabendo que o crime vai ocorrer, nada faz para impedi-lo. O que ocorreu não pode ser chamado de acidente, vamos dar o nome certo: crime.Remeto-me ao livro de García Marquez, "Crônica de uma morte anunciada". Todos sabiam e ninguém fez nada. E não me refiro a você, leitor, que se consome em sua impotência diante deste e de tantos descalabros a que vimos assistindo semanalmente. Ao ponto de a ministra Marta Suplicy se permitir o deboche extremo do "relaxa e goza"... Será esta sua recomendação aos parentes das novas vítimas? Refiro-me às autoridades (in)competentes, inapetentes de trabalho gestor. Refiro-me ao presidente Lula, que, há quantos meses, ó Senhor, disse em uma de suas bazófias inconseqüentes que queria "data e hora para o apagão aéreo acabar", como se não dispusesse da devida autoridade para tal.

Sinto pena de não ter estado na abertura do Pan, de não ter engrossado aquelas bem merecidas vaias. Talvez o presidente não se importe tanto, afinal, quem viaja de avião não é beneficiário de sua bolsa-esmola, não faz parte do seu particular curral eleitoral cevado com o dinheiro que ele arranca de nós. Devem fazer parte das tais "elites", que é como ele escarnece da classe média que faz (apesar do governo) o país crescer.
Qual de nós escapou do medo de voar desde o desastre da Gol HÁ NOVE MESES? Qual de nós assistiu confortável ao jogo de empurra, "a culpa é dos controladores"; "não, é do ministério da defesa"; "a mídia também exagera tudo"; "é do lobby das empreiteiras que só querem fazer obras inúteis e superfaturadas nos aeroportos". Qual de nós deixou de ficar perplexo com a falta de ação efetiva para que o problema se resolvesse?
Perdão, acho que a tal falta de ação geral de governo é de tamanho tão extenso e dura tanto tempo que muitos de nós a ela nos acostumamos.
Sou psicanalista, e, por dever de ofício, devo escutar o que meus clientes queiram dizer. Pois nunca pensei que fosse pronunciar no consultório uma frase que venho repetindo há algum tempo, depois de que mensalões, valeriodutos, Land-Rovers, dólares na cueca, dossiês fajutos, renans calheiros, criminalidade, insegurança pública, impunidade, pizzas e tudo isso que o leitor já sabe se despejam fétida, diária e gosmentamente sobre nossas cabeças. À tal frase "Não quero falar desse assunto", os pacientes me respondem com alívio: "Ufa, eu também não!".
É o desabafo da impotência partilhada. "Welcome to Congo"? Talvez seja um insulto ao Congo.
Pois agora quero falar deste assunto. Deram-me a oportunidade de ser menos impotente. Sei que falo por uma enorme quantidade de brasileiros trabalhadores que sustentam essa máquina de (des)governo, muitos mais que os 90 mil do Maracanã, para expressar o nojo e a raiva que esse acúmulo de barbaridades nos provoca. O governo sairá da inação, da omissão criminosa? Alguém será preso, punido por todas essas coisas? Infelizmente, duvido. Talvez condenem a mim, por ter deixado o coração explodir. Pagarei o preço alegremente, lembrando Graciliano Ramos, que, visitado no cárcere, travou com o amigo o seguinte diálogo:
- Puxa, Graça, você, aí dentro, de novo?
- E você, o que faz aí fora? Nestes tempos, lugar de homem honesto é na cadeia.
domingo, 2 de setembro de 2007
quinta-feira, 23 de agosto de 2007
terça-feira, 14 de agosto de 2007
O mundo continuava exatamente o de sempre. O homem, igual a si mesmo.
Quando Jovem, Antônio Vieira acreditava nas palavras, especialmente nas que eram ditas com fé. No entanto, todas as palavras que ele dissera, nos púlpitos, na salas de aula, nas reuniões, nas catequeses, nos corredores, nos ouvidos dos reis, clérigos, inquisidores, duques, marqueses, ouvidores, governadores, ministros, presidentes, rainhas, príncipes, indígenas, desses milhões de palavras ditas com esforço de pensamento, poucas – ou nenhuma delas – havia surtido efeito. O mundo continuava exatamente o de sempre. O homem, igual a si mesmo.
Camões

segunda-feira, 6 de agosto de 2007
Hiroshima - 62 anos da bomba atômica
A cidade de Hiroshima, no sul do Japão, é mundialmente conhecida por ter sofrido o primeiro ataque atômico da história. A bomba atingiu a cidade na manhã do dia 6 de agosto de 1945, e a história da humanidade nunca mais foi a mesma.

Rosa de Hiroxima
Pensem nas crianças
Mudas telepáticas
Pensem nas meninas
Cegas inexatas
Pensem nas mulheres
Rotas alteradas
Pensem nas feridas
Como rosas cálidas
Mas oh não se esqueçam
Da rosa da rosa
Da rosa de Hiroshima
A rosa hereditária
A rosa radioativa
Estúpida e inválida
A rosa com cirrose
A anti-rosa atômica
Sem cor sem perfume
Sem rosa sem nada
domingo, 29 de julho de 2007
O SUL TAMBÉM EXISTE

terça-feira, 24 de julho de 2007
O TEMPO NÃO PARA

sábado, 21 de julho de 2007
Os dez reis mais malucos do mundo - Revista Mundo Estranho
Não existe um ranking oficial a respeito, por isso tivemos que fuçar vários livros de história para selecionar os monarcas mais estranhos de todos os tempos. E olha que achamos muitos candidatos à coroa. Ou melhor, à camisa-de-força! Revista Mundo Estranho - · Edição 065 julho/2007 - Fabiano Onça - http://mundoestranho.abril.uol.com.br/materia/materia_240696.shtml
segunda-feira, 2 de julho de 2007
O Pequeno Príncipe - Antoine de Saint-Exupéry
O Pequeno Príncipe foi escrito e ilustrado por Antoine de Saint-Exupéry um ano antes de sua morte, em 1944. Piloto de avião durante a Segunda Grande Guerra, o autor se fez o narrador da história, que começa com uma aventura vivida no deserto depois de uma pane no meio do Saara. Certa manhã, é acordado pelo Pequeno Príncipe, que lhe pede: "Desenha-me um carneiro"? É aí que começa o relato das fantasias de uma criança como as outras, que questiona as coisas mais simples da vida com pureza e ingenuidade. O principezinho havia deixado seu pequeno planeta, onde vivia apenas com uma rosa vaidosa e orgulhosa. Em suas andanças pela Galáxia, conheceu uma série de personagens inusitados – talvez não tão inusitados para as crianças!Um rei pensava que todos eram seus súditos, apesar de não haver ninguém por perto. Um homem de negócios se dizia muito sério e ocupado, mas não tinha tempo para sonhar. Um bêbado bebia para esquecer a vergonha que sentia por beber. Um geógrafo se dizia sábio mas não sabia nada da geografia do seu próprio país. Assim, cada personagem mostra o quanto as “pessoas grandes” se preocupam com coisas inúteis e não dão valor ao que merece. Isso tudo pode ser traduzido por uma frase da raposa, personagem que ensina ao menino de cabelos dourados o segredo do amor: “Só se vê bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos”.
Antoine de Saint-Exupéry via os adultos como pessoas incapazes de entender o sentido da vida, pois haviam deixado de ser a criança que um dia foram. Entendia que é difícil para os adultos (os quais considerava seres estranhos) compreender toda a sabedoria de uma criança.
Desta fábula foram feitos filmes, desenhos animados, além de adaptações. Muitos adultos até hoje se emocionam ao lembrar do livro. Talvez porque tenham se tornado “gente grande” sem esquecer de que um dia foram crianças.
" As pessoas têm estrelas que não são as mesmas. Para uns, que viajam, as estrelas são guias. Para outros, elas não passam de pequenas luzes. Para outros, os sábios, são problemas. Para o meu negociante, eram ouro. Mas todas essas estrelas se calam. Tu porém, terás estrelas como ninguém... Quero dizer: quando olhares o céu de noite, (porque habitarei uma delas e estarei rindo), então será como se todas as estrelas te rissem! E tu terás estrelas que sabem sorrir! Assim, tu te sentirás contente por me teres conhecido. Tu serás sempre meu amigo (basta olhar para o céu e estarei lá). Terás vontade de rir comigo. E abrirá, às vezes, a janela à toa, por gosto... e teus amigos ficarão espantados de ouvir-te rir olhando o céu. Sim, as estrelas, elas sempre me fazem rir!"
É hora do vestibular!
meiro as questões mais fáceis, aquelas que você sabe a resposta diretamente sem muita conta ou muito o que pensar. Evite perder tempo com questões que você julga difícil. Procure controlar o tempo. Em algumas provas você tem menos de dois minutos para resolver cada questão! Não se assuste. Algumas questões você responderá normalmente em poucos segundos, sobrando tempo para as outras. Mas todo cuidado é pouco. Atenção para não gastar muito tempo em uma questão difícil, enquanto que o mesmo tempo poderia lhe garantir várias questões mais fáceis.
Antes de passar as respostas para o gabarito, verifique se não esqueceu de resolver ou pulou alguma questão.
Em caso de questões abertas, terá melhor desempenho quem souber redigir bem e estruturar bem suas idéias. Muito cuidado para não escrever muito e não responder o que está sendo pedido. Respostas claras e objetivas são, obviamente, sempre mais bem valorizadas que aquelas com muitos dizeres sem significado.











