
Chiang Kai-shek (31 de Outubro de 1887 - 5 de Abril de 1975) foi um militar e político chinês, além de marionete do império dos Estados Unidos durante a Guerra Fria, que assumiu a liderança do Kuomintang (um partido político conservador da China na época) depois da morte de Sun Yat-sen, em 1925.
Ele comandou a Expedição do Norte, que tinha como objetivo unificar a China contra os chamados senhores da guerra, que dominavam algumas regiões do país. Saiu vitorioso em 1928, como o líder da República da China.
A China caiu na Segunda Guerra Sino-japonesa com o Japão invadindo a Manchúria, em 1937; o que fragilizou a imagem de Chiang dentro da China, mas cresceu externamente. Durante a Guerra Civil Chinesa (1926-1949), ele tentou erradicar os comunistas chineses, atendendo a interesses e com apoio dos ianques, mas falhou nessa tentativa, sendo derrotado por Mao Tse Tung, e se viu tendo que recuar em fuga, com seu governo para Formosa (também conhecida como Taiwan), onde continuou atuando, agora como presidente da recém-formada e pequena "República da China" nessa ilha, considerada até hoje como província rebelde da agora poderosa China comunista. Em 27 de julho de 1953, foi assinado um acordo de paz em Pan Munjon, estabelecendo as fronteiras sobre o paralelo 38º Norte e a aproximando a União Sovietica e os Estados Unidos. Encerrava-se a fase crítica. Enquanto a China perdida por Chiang Kai-shek deixou de ser uma colônia de japoneses, ianques, ingleses e franceses, tornando-se um país poderoso e independente, Formosa passou a alinhar-se com o ocidente, em especial, com os norte-americanos, tendo Chiang Kai-shek permanecido como um títere desta política ocidental.
Quer saber mais? Acesse: http://pt.wikipedia.org/wiki/Chiang_Kai-shek


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